Casa do Povo de São Bartolomeu de Messines

Educação, Social, Desporto, Cultura e Lazer

terça-feira23 julho 2019

Fazendo cumprir os estatutos da Instituição, a Direção, sob proposta da equipa técnica, vem apresentar e solicitar a respetiva aprovação do presente plano de ação e orçamento para o ano de 2019, à Assembleia Geral de Sócios.

Após o vasto trabalho de organização financeira e gestão rigorosa da atual Direção, em conjunto com a sua equipa técnica, efetuado nos últimos anos, prevê-se que 2019, seja o ano de viragem para a sustentabilidade financeira da Instituição.

A incessante busca por prestação de serviços sustentáveis, tem dado os seus frutos e estes refletem-se cada vez mais nas contas da Instituição, mas será em 2019, que este se refletirá efetivamente a nível económico e nível de respostas para a comunidade.

É com muito orgulho que somos uma referência na região do Algarve no âmbito das AEC, das quais somos entidade promotora / parcerira em 6 agrupamentos: Silves, Silves Sul, Ferreiras, Montenegro, Escolas D. Dinis, Quarteira e D. Manuel I, Tavira. Este é um projeto que iniciou há mais de 10 anos e que pelo seu excelente (des)empenho continua a crescer.

Em 2015, a CPSBM, abraçou um novo projeto social para um público alvo diferente do até então, nomeadamente para pessoas com deficiência e incapacidade. Nestes últimos anos, após largos esforços para tornar este projeto numa resposta social, a ARS Algarve, abre-nos as portas e aceita o nosso pedido de adesão à Rede Nacional de Cuidados Continuados de Saúde Mental, com uma Unidade Sócio-Ocupacional e Uma Equipa de Apoio Domiciliário.

Com estas novas respostas sociais a CPSBM, regressa ao passado e volta a ter uma resposta na área da saúde para a comunidade. É gratificante, saber que após tantos anos de nos referenciarmos com uma instituição de referência, no âmbito da infância e juventude, caminhamos também, para respostas de apoio à família e comunidade, para áreas tão sensíveis e a descoberto, como são as respostas para pessoas com deficiência e incapacidade. Neste âmbito, completamos o leque não só criando respostas sociais específicas, como adaptamos e criamos novas atividades desportivas direcionadas para este público alvo.

Posto isto, e não esquecendo o nosso passivo (que ainda que tenha vindo a ser reduzido ao longo dos anos, balanceia com o investimento efetuado, e não tem permitido uma maior redução), afirmamos que a luta tem sido árdua, mas que a busca incessante por alternativas complementares de financiamento próprios e viáveis têm tornado possível levar esta Instituição a bom porto.

Assim, em 2019, com novos acordos de cooperação e com a intenção de solicitar um pedido de reequilíbrio financeiro para suprir o passivo antigo, conta-se chegar ao fim de 2019, com uma instituição sólida nas suas respostas sociais e financeiramente.   

A Direção